terça-feira, 5 de agosto de 2014

Periquito-rabijunco / Rose-ringed Parakeet ( Psittacula krameri) alimentando-se da seiva de um Eucalipto.

Foi a primeira vez que observei esta espécie a alimentar-se de seiva de Eucalipto, no entanto já a tenho observado a comer outros frutos e flores de outras árvores. A adaptação desta espécie aos jardins e parques públicos nesse sentido torna-se mais fácil porque tem sempre abundância de alimento, pelo menos é o que eu tenho observado.
Neste link fica o exemplo http://birdingcascais.blogspot.pt/2013/02/periquito-rabijunco-rose-ringed.html

Nidificação do Peneireiro / Commom Kestrel (Falco tinnunculus) nas arribas do Parque Natural de Sintra-Cascais. Parte II

Este ano não segui com tenta atenção a nidificação do Peneireiro (Falco tinnunculus) como nos anos anteriores, mas mesmo assim deu para observar dois ninhos na arribas do Parque Natural de Sintra-Cascais, em ambos saíram pelo menos três indivíduos. A identificação é um pouco difícil porque os juvenis são muito parecidos com a fêmea.

Borboleta Vanessa cardui na Costa da Guia

Nos últimos dias tenho observado esta borboleta Vanessa cardui na Costa da Guia.

domingo, 3 de agosto de 2014

Nidificação da Andorinha-das-rochas / Crag Martin (Ptyonoprogne rupestris) em Cascais. Parte VI

Esta fotografia é do dia 04/07/ 2014, nesta altura o ninho tinha três crias com alguns dias. Entretanto já sobrevoam o local, são cada vez mais indivíduos no local.
Esta fotografia das três crias no ninho é do dia 04/07/2014.
No outro ninho no local observei um progenitor na incubação dos ovos (04/07/2014).
Estas duas fotografias são de hoje (03/08/2014), e como podemos observar o ninho tem duas crias já com alguns dias, estando com saúde e bem alimentadas, os progenitores são incansáveis a levar alimento para as crias sempre com a boca aberta a pedir alimento. Este é o ninho que no dia (04/07/2014) observei um progenitor a incubar os ovos. Penso que a época de nidificação da Andorinha-das-rochas (Ptyonoprogne rupestris) está a chegar ao fim, observei que dois casais nidifcaram duas vezes.



sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Goraz / Night-heron (Nycticorax nycticorax) na Ribeira da Lage - Oeiras.

No último fim-de-semana observei dois juvenis de Goraz (Nycticorax nycticorax) na Ribeira da Lage em Oeiras, é um forte indício que podem nidificar perto, uma vez que eu tenho observado vários indivíduos ao longo do ano.
Bico-de-lacre (Astrilda astrild)  outra espécie que aparece na vegetação das margens da Ribeira da Lage.
Também apareceu um Maçarico-das-rochas (Actitis hypoleucos) solitário.
Nos últimos tempos tenho observado com regularidade o Mainato-de-poupa (Acridotheres cristatellus) em Oeiras, na maioria dos casos nas rotundas do centro e nalguns jardins mesmo próximos dos prédios de habitação.

terça-feira, 22 de julho de 2014

Passeio no Galeão (Pinto Luísa) da iniciativa da JM TRAVEL & TOURISM no Rio Sado - Alcácer do Sal

O passeio começou no centro da cidade de Alcácer do Sal, na margem esquerda do Rio Sado perto da ponte pedonal.O passeio foi na embarcação "Pinto Luísa". Este galeão em tempos foi utilizado no transporte de sal.
Aqui fica o link da C.M. Alcácer do Sal :
http://www.cm-alcacerdosal.pt/PT/Visitar/passeiossado/Paginas/default.aspx
Mesmo no centro de Alcácer do Sal apareceu esta Águia-calçada (Aquila pennata) a sobrevoar a embarcação como que a dar as boas vindas aos visitantes.
A Cegonha-branca (Ciconia ciconia) é uma ave muito abundante no concelho de Alcácer do Sal.
O Colhereiro (Platalea leucorodia) apesar de ser uma espécie invernante, também é possível observar nesta altura do ano ao longo das margens do Rio Sado.
 A Garça-real (Ardea cinerea)  é comum ao longo do percurso.
Ao longo da margem direita é possível observar várias espécies de aves a tentar alimentar-se, neste caso são Garças-reais (Ardea cinerea) e Colhereiros (Platalea leucorodia).
Nesta altura é possível obsevar vários bandos de Flamingo-comum (Phoenicopterus roseus) a tentar alimentar-se tanto na margem do Rio Sado como nos tanques de antigas salinas.
 A Margem esquerda nos tanques das antigas salinas é o local onde o Flamingo-comum (Phoenicopterus roseus) encontra tranquilidade para se alimentar durante a maré alta.
A meio do percurso realizou-se uma prova de vinhos da Herdade do Cebolal.
Um bando de aves na sua maioria Pernilongos (Himantopus himantopus), espécie muito característica das salinas.
Vegetação característica deste local, aqui na margem esquerda do Rio Sado.
Fiquei surpreendido com a quantidade de Ibis-preta (Plegadis falcinellus) ao longo do percurso. Apareceram vários bandos a sobrevoar o Rio Sado tanto no sentido de Alcácer do Sal como no sentido de Setúbal.
O comboio Intercidades em direcção ao Algarve.
 A sobrevoar o local a grande altitude passou esta Águia-sapeira (Circus aeroginosus), não é muito comum voar a esta altitude.
O Carraceiro (Bubulcus ibis) é uma espécie que aparece ao longo do percurso.
 A determinada altura do percurso apareceu este Garajau-grande (Hydroprogne caspia), penso que é esta espécie devido ao bico forte avermelhado com ponta preta e também por causa da parte inferior das asas escuras. Esta espécie é migradora de passagem neste local.
Esta Ibis-preta (Plegadis falcinellus ) sobrevoou mais próximo a embarcação.
Nos canaviais é possível observar o Arcebispo (Euplectes afer), esta espécie é originária de África os primeiros registos datam da década de 1980 (Aves de Portugal - Helder Costa).
O passeio terminou com o regresso a Alcácer do Sal, foi um passeio muito agradável ao longo do Rio Sado.
Alcácer do Sal é uma cidade com um património natural, cultural e histórico muito interessante, onde podemos percorrer a história desde a idade do ferro até aos nossos dias, podemos observar toda esta história nos achados arqueológicos expostos no espaço museológico - Cripta Arqueologica.
Para mais informações sobre passeio contactar José Melo - jose.mello@sapo.pt 

quinta-feira, 3 de julho de 2014

Açor / Northern Goshawk (Accipiter gentilis) a nidificar no Parque Natural de Sintra-Cascais Parte III

Este ano a nidificação do Açor (Accipiter gentilis) até este momento correu bem, as três crias já saíram do ninho e já voam permanecendo perto do local onde nasceram. Espero que os progenitores as tratem bem nesta fase pós saída do ninho que é bastante difícil, é uma nova vida em que têm de aprender a sobrevier sozinhas, o local é bastante interessante pelo menos é abundante em passeriformes e alguns deles acabaram também de sair do ninho à  pouco tempo tornando-se presas mais fáceis para os Açores juvenis.