O Onyria Marinha Edition Hotel & Thalasso fica mesmo ao lado do Campo de Golfe em harmonia com a natureza.
Alveola-branca (Motacilla alba) espécie comum ao longo do Campo de Golfe.
Felosinha-comum ( Phylloscopus collybita) espécie invernante muito comum nesta altura do ano.
Um dos caminhos que fica no meio do Campo de Golfe e ao longo do qual se podem observar e ouvir vários passeriformes como: Chapim-real; Chapim azul; Chapim-carvoeiro; Pardal; Melro; Rola-turca; Tentihão; Verdilhão; Milheirinha; Estrelinha; Trepadeira; Tordo-comum; Estorninho-preto; Pica-pau e mais algumas espécies.
Um marco original no Campo de Golfe.
Perto da primeira lagoa do observo um Abibe-comum (Vanellus vanellus) junto aos Galeirões. Foi uma surpresa agradável para mim, porque foi a primeira vez que observei esta espécie no concelho de Cascais.
Peneireiro (Falco tinnunculus) pequena ave de rapina que patrulha o Campo de Golfe em busca de presas.
Tordoveia (Turdus viscivorus) comum ao longo de todo o Campo de Golfe.
Durante o percurso observei pelo menos 4 indivíduos de Galinha-d'água (Gallinula Chloropus).
Uma das lagoas que existem no Campo de Golfe, aqui com o Hotel Quinta da Marinha Resort ao fundo.
Os Galeirões são as aves aquaticas mais comuns nas lagoas, observei pelo menos 25 indivídos nas várias lagoas.
Aqui ficam algumas fotografias desta bonita espécie Galeirão-comum (Fulica atra).
Pato-real (Anas platyrhynchos) também comum no local.
Poupa (Upupa epops) também se pode encontrar esta espécie nesta altura do ano, só consegui tirar esta fotografia.
Mergulhão-pequeno (Tachybaptus ruficollis) também aparece em ambas as lagoas.
Andorinha-das-rochas (Ptyonoprogne rupestris) a determinada altura apareceram mais de 100 indivíduos a sobrevoar o local.
Aqui fica um pequeno registo da avifauna que podemos observar no Campo de Golfe, é um local fantástico para quem joga golfe e também para o amante da natureza.
sábado, 11 de janeiro de 2014
sexta-feira, 3 de janeiro de 2014
Passeio a pé pela Costa de Cascais até próximo do Cabo Raso.
O Alcatraz-do-norte (Morus bassanus) nesta fase do ano aparece junto à costa, por vezes em solitário, também já o observei junto à Pedra do Sal em São Pedro do Estoril mesmo junto à estrada Marginal.
Durante o percurso também se pode observar algumas borboletas que fazem parte deste ecossistema junto ao mar. Esta bonita borboleta é Colias croceus (Fourcroy, 1785), pode ser observada em todo o território nacional.
Mais uma espécie que se pode observar esta é uma Vanessa atalanta (Linnaeus,1758).
O Mar tem estado bastante agitado nos últimos tempos.
As Gaivotas aproveitam para descansar enquanto a ondulação está forte.
Ao longo do percurso também se pode observar o litoral cársico com pouca vegetação. Estas pequenas falhas nos calcários do cretácico estão bem presentes ao longo da costa.
A Flora também é interessante ao longo do percurso esta espécie e a Sabina-da-praia (Juniperus phaenicea L. subsp. urbinata).
Melro-azul (Monticola solitarius) é uma espécie que se pode observar ao longo da costa mas quase sempre em solitário.
A Poupa (Upupa epops) não é muito comum observar esta espécie nesta altura do ano neste percurso, no entanto apareceu um indivíduo solitário perto do Forte São Jorge Oitavos.
No mesmo local observei uma Tordoveia (Turdus viscivorus) está espécie aparece junto à costa vinda do pinhal da Quinta da Marinha.
Rola-do-mar (Arenaria interpres) está espécie é comum ao longo da costa.
A Escrevedeira-de-garganta-preta ( Emberiza cirlus) nesta fase do ano aparece em pequenos bandos, em especial junto ao Forte São Jorge Oitavos.
Eu como gosto bastante de aves de rapina, quando observei este Falcão-peregrino (Falco peregrinus) perto da costa, deixou-me bastante contente, uma vez que é uma espécie "Vulnerável" segundo o "Livro Vermelho dos Vertebrados de Portugal"
Durante o percurso também se pode observar algumas borboletas que fazem parte deste ecossistema junto ao mar. Esta bonita borboleta é Colias croceus (Fourcroy, 1785), pode ser observada em todo o território nacional.
Mais uma espécie que se pode observar esta é uma Vanessa atalanta (Linnaeus,1758).
O Mar tem estado bastante agitado nos últimos tempos.
As Gaivotas aproveitam para descansar enquanto a ondulação está forte.
Ao longo do percurso também se pode observar o litoral cársico com pouca vegetação. Estas pequenas falhas nos calcários do cretácico estão bem presentes ao longo da costa.
A Flora também é interessante ao longo do percurso esta espécie e a Sabina-da-praia (Juniperus phaenicea L. subsp. urbinata).
Melro-azul (Monticola solitarius) é uma espécie que se pode observar ao longo da costa mas quase sempre em solitário.
A Poupa (Upupa epops) não é muito comum observar esta espécie nesta altura do ano neste percurso, no entanto apareceu um indivíduo solitário perto do Forte São Jorge Oitavos.
No mesmo local observei uma Tordoveia (Turdus viscivorus) está espécie aparece junto à costa vinda do pinhal da Quinta da Marinha.
Rola-do-mar (Arenaria interpres) está espécie é comum ao longo da costa.
A Escrevedeira-de-garganta-preta ( Emberiza cirlus) nesta fase do ano aparece em pequenos bandos, em especial junto ao Forte São Jorge Oitavos.
Eu como gosto bastante de aves de rapina, quando observei este Falcão-peregrino (Falco peregrinus) perto da costa, deixou-me bastante contente, uma vez que é uma espécie "Vulnerável" segundo o "Livro Vermelho dos Vertebrados de Portugal"
quinta-feira, 2 de janeiro de 2014
Gaivota-d'asa-escura / Lesser Black-backed Gull (Larus fuscus) anilhada em Cardiff - País de Gales - Grã-bretanha na Praia da Conceição
Gaivota-d'asa-escura (Larus fuscus ) com a anilha de cor de laranja 8KF, foi anilhada em Flat Holm Island, Cardiff -Wales - United Kingdom no dia 04/07/09 como pinto, o
projeto é da British Trust for Ornithology (BTO), a cargo de Mrs. Vila Ross-Smith.
A observação desta gaivota foi na Praia da Conceição no dia 19/12/13, penso que é a primeira vez que vem passar o Inverno para esta zona. Fez mais ou menos 1490 Km para chegar a Cascais.
A observação desta gaivota foi na Praia da Conceição no dia 19/12/13, penso que é a primeira vez que vem passar o Inverno para esta zona. Fez mais ou menos 1490 Km para chegar a Cascais.
quinta-feira, 26 de dezembro de 2013
Mobelha-grande /Great Northern Diver (Gavia immer) continua na Baía de Cascais desde o dia 12/11/13.
A Mobelha-grande continua a visitar a Baía de Cascais, desde o dia 12/11/13 que a tenho observado quase sempre que passo pelo local.
Corvo-marinho-comum (Phalacrocorax carbo) nesta altura do ano é comum nas águas da Baía.
Na Marina um Pilrito-das-praias solitário procurava alimento no meio das areias do alcatrão.
A Rola-do-mar apareceu para fazer companhia ao Pilrito-das-praias.
Corvo-marinho-comum (Phalacrocorax carbo) nesta altura do ano é comum nas águas da Baía.
Na Marina um Pilrito-das-praias solitário procurava alimento no meio das areias do alcatrão.
A Rola-do-mar apareceu para fazer companhia ao Pilrito-das-praias.
segunda-feira, 23 de dezembro de 2013
Observar aves durante uma manhã chuvosa de Inverno.
Começando a observação a partir da Praia da Conceição, podemos observar muitas gaivotas pousadas no areal (mais de 200) mas constantemente incomodadas por o pessoal dos cães e não só.
A Praia da Rainha com o mau tempo deixa de ser praia, pois o mar chega mesmo até à parede.
Praia dos Pescadores menos gaivotas no areal mas mesmo assim ainda estavam uns 30 indivíduos.
A gaivota que me chamou mais a atenção foi esta com o olho escuro, mas penso que é uma Larus michahellis.
Este Guincho-comum (Larus ridibundus) estava a descansar da tempestade.
Em toda a Marina deviam estar mais de 800 gaivotas, incluindo as que estavam pousadas no paredão.
O Corvo-marinho-de-faces-brancas (Phalacrocorax carbo) também costuma pousar no meio das gaivotas a descansar.
Ao todo entre a Baía e a Marina deviam ser uns 20 indivíduos.
A Marina é um bom local para observar gaivotas.
Já fora da Marina nas rochas junto à casa de Santa Maria estava um Guarda-rios-comum (Alcedo atthis), não sei se é o mesmo indivíduo que tenho observado na Marina ao longo do ano.
Andorinha-das-rochas (Ptyonoprogne rupestris) nesta altura do ano tenho observado esta espécie sempre em grandes quantidades neste local. Estavam pelo menos uns 60 indivíduos uns pousados outros a sobrevoar o local.
Já perto da Nau dos Corvos observei um Alcatraz-do-norte (Morus bassanus) perto de terra.
Desta vez a Nau dos Corvos tinha poucas aves pousadas.
Termina aqui este pequeno percurso durante uma manhã chuvosa, penso que é um percurso interessante para quem gosta de passear e observar aves, não estão aqui representadas todas as aves que se observam ou se podem ouvir, mas está o essencial do percurso que penso vale mesmo a pena fazer.
A Praia da Rainha com o mau tempo deixa de ser praia, pois o mar chega mesmo até à parede.
Praia dos Pescadores menos gaivotas no areal mas mesmo assim ainda estavam uns 30 indivíduos.
A gaivota que me chamou mais a atenção foi esta com o olho escuro, mas penso que é uma Larus michahellis.
Este Guincho-comum (Larus ridibundus) estava a descansar da tempestade.
Em toda a Marina deviam estar mais de 800 gaivotas, incluindo as que estavam pousadas no paredão.
O Corvo-marinho-de-faces-brancas (Phalacrocorax carbo) também costuma pousar no meio das gaivotas a descansar.
Ao todo entre a Baía e a Marina deviam ser uns 20 indivíduos.
A Marina é um bom local para observar gaivotas.
Já fora da Marina nas rochas junto à casa de Santa Maria estava um Guarda-rios-comum (Alcedo atthis), não sei se é o mesmo indivíduo que tenho observado na Marina ao longo do ano.
Andorinha-das-rochas (Ptyonoprogne rupestris) nesta altura do ano tenho observado esta espécie sempre em grandes quantidades neste local. Estavam pelo menos uns 60 indivíduos uns pousados outros a sobrevoar o local.
Já perto da Nau dos Corvos observei um Alcatraz-do-norte (Morus bassanus) perto de terra.
Desta vez a Nau dos Corvos tinha poucas aves pousadas.
Termina aqui este pequeno percurso durante uma manhã chuvosa, penso que é um percurso interessante para quem gosta de passear e observar aves, não estão aqui representadas todas as aves que se observam ou se podem ouvir, mas está o essencial do percurso que penso vale mesmo a pena fazer.
Escrevedeira-de-graganta-preta / Cirl Bunting (Emberiza cirlus) na costa de Cascais.
As minhas observações desta bonita espécie, são mais na encosta da Serra de Sintra e também na Quinta do Pisão, desta vez eram dois indivíduos na costa perto do restaurante Furnas do Guincho. Enquanto estive no local pude observar o comportamento dos dois indivíduos, que escolhem a vegetação rasteira e o meio das rochas para pousar e se alimentar, fazendo quando assustadas um pequeno pio discreto e agudo.
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